22 November 2006

de vizinhos e visitas

"e o salário, ó"
bruna
e.d.
vai pra bienal como "humanização da árvore de natal"
esta vai como "arvorização da humanidade"

(legendas por rê, bruna e e.d. via messenger, numa tarde cheia de coisas pra se fazer)

da seleção de músicas tristes

entram agora the smiths e velvet underground:

i know it's over
(...)
"If you're so funny
Then why are you on your own tonight ?
And if you're so clever
Then why are you on your own tonight ?
If you're so very entertaining
Then why are you on your own tonight ?
If you're so very good-looking
Why do you sleep alone tonight ?
I know ...
'Cause tonight is just like any other night
That's why you're on your own tonight
With your triumphs and your charms
While they're in each other's arms..."
It's so easy to laugh
It's so easy to hate
It takes strength to be gentle and kind
Over, over, over, over

e também...



sweet nothing
Say a word for Jimmy Brown
He ain't got nothing at all
Not the shirt right of his back
He ain't got nothing at all
And say a word for Ginger Brown
Walks with his head down to the ground
Took the shoes right of his feet
To poor boy right out in the street

And this is what he said
Oh sweet nuthin'
She ain't got nothing at all
Oh sweet nutin'
She ain't got nothing at all

e, se tudo continuar como está, a coletânea fica pronta logo mais.

21 November 2006

: (

Your day breaks, your mind aches
You find that all her words of kindness linger on
When she no longer needs you

She wakes up, she makes up
She takes her time and doesn't feel she has to hurry
She no longer needs you

And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears
Cried for no one
A love that should have lasted years

You want her, you need her
And yet you don't believe her when she says her love is dead
You think she needs you

And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears
Cried for no one
A love that should have lasted years

You stay home, she goes out
She says that long ago she knew someone but now he's gone
She doesn't need him

Your day breaks, your mind aches
There will be times when all the things she said will fill your head
You won't forget her

And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears
Cried for no one
A love that should have lasted years

não é pra dar certo

ficar amiga do vizinho e ter amigos em comum que topam "dar uma passadinha" é uma dureza:
em plena segunda feira, véspera de uma terça feira braba, 10 latinhas de cerveja vão-se embora mais fácil que água e a dor de cabeça no dia seguinte vira uma coisa praticamente infernal.

ai ai ai.

17 November 2006

moOOoveEemento

seguem abaixo as vinhetas que fizemos para os novos programas da tvcapricho para o site e no celular (no ar dia 20). em breve eu atualizo o portfolio. bom, né? fazer coisas novas e experimentar. :)

vamos lá, aos créditos:
animação: o queridíssimo e pacientíssimo andré louzas rocha
sonorização: tao, ou melhor, arthur joly (ainda não me acostumei)
direção de arte: renata barros e alceu nunes (ê, conseguimos! criação dos logos, da idéia das vinhetas, etc etc)

(os textos abaixo eu copiei da revista)

I. diário - O dia-a-dia de uma garota da Galera CAPRICHO, em um programa que mostra os gostos das meninas brasileiras.


DIARIO
II. PopPedia - Dicas quentes da editora de entretenimento Gisele Kato. Gi fala sobre estréias de cinema, TV, lançamento de livros e os shows que vão rolar por aqui.


POP PEDIA
III. Quase nada - Videocrônica em que nossa colunista Liliane Prata fala sobre...
bem, quase tudo.

QUASE NADA
IV. Quer pagar quanto? - A editora de moda Adriana Yoshida se aventura no mundo da moda e traz dicas incríveis para você.

QUER PAGAR QUANTO
IV. Sofá Inflável - É a versão em vídeo da seção “Sofá Inflável”, com garotos abrindo o jogo sobre relacionamentos.

SOFA INFLAVEL

psicótica aniversariante

e só porque é meu aniversário eu tive uma insônia enooorme e acordei às 5 e 40 da manhã. é que eu gosto tanto de aniversários que acho que algum pininho na minha cabeça resolveu que eu deveria aproveitá-lo ao máximo. talvez eu deva avisar ao tal pininho que acordar muito cedo acaba atrapalhando ao invés de ajudar, mas deixa pro próximo ano.

ou não. acaba de me ocorrer que o pininho está mais do que regulado. coincidência ou não, eu comecei a nascer no dia 17 de novembro de 1981 bem de madrugada e vi a primeira luzinha do mundo - fazendo a maior bagunça, como eu adoro : ) - entre 5 e 30 e 6 da manhã.

15 November 2006

como prometido no convite:

I. gente bonita

laura e carlota
marcão, lauro e sérgio
gabi, vini e bá
nana e betina!

didi fez todo mundo dançar (muito!). em algumas horas eu só encostava na parede a ficava observando, ou para ficar olhando como que tava bom ou porque na "pista" não dava nem pra andar!
giu, tata e camis
rod e tata
dedé e seu amigo
fetu e laurinha
laura, lauro e carlinha
bru, guilherme e tiago, no começo da festa
da direita para esquerda: lara, rachel e suas amigas gurias gaúchas

laura e carlinha
meninas do capricho (bárbara, manu e marina) e um super menino
tata, no preparo dos quitutes
laurinha-roba-geladeira

II. clima de paquera






era na lavanderia que o pessoal ia tomar um ar. nessa hora tavam cantando parabéns e eu fiquei com muita vergonha. e daí eu me joguei nos braços do maurício grilli me escondeu um bocado. sou eu, essa de vestido preto e faixinha verde

III. presença de famosos (eu + os famosos)é. eu tava muito bêbada mesmo.
"não, camis, tudo bem eu pegar meu computador pro diogo poder tocar uma música que eu gosto..."
eu!
eu de novo, quando foram cantar parabéns pra mim na sala (olha a velinha ali!)

eu, minha irmã e minha prima


eu e o dedé

a phy, eu e o lauro
eu e flávião
eu e a paola

eu e as parapentas


IV. repercussão na mídia

raquelcita, parapenta, este eu sei de quem é.

este eu acho que sei de quem é.
esse não, mas eu amei.

ahahah. se este não tiver sido da phydia, eu não imagino de quem seja.
gostaria muito de saber de quem é esse aqui. adorei os versinhos, você, dono dele, poderia se pronunciar?

rá! este foi do guilherme! ahahhaha

ihihih, o pessoal não botou uma fé que os vizinhos não reclamaram. tinha um amigo que não parava de me dizer que eu ia ser expulsa do condomínio. mas não. tá tuuudo certo! como eu bem que merecia!

festa no apê

clique para ler! (logo eu posto mais fotos)

festa:
de 11 da noite às 5 e meia da manhã (sim, eu vi o dia nascer)
105 convidados (dado do porteiro)
3 reclamações leves
grande concentração de gente bonita
muito beijo
infinitas cervejas (com direito a re-compra às 4 da manhã)
pouca luz
pouca sujeira (plástico bolha no chão é o que há)
som alto
quantidade enorme de amigos
muita dança
quatro "parabéns a você", puxados pela giu e um puxado pela nana, no meio da "pista"

saldo:
uma renatinha absurdamente feliz

13 November 2006

ainda não voltei da pausa

mas é que eu não consigo, mesmo estando assim, querendo ficar feliz e quieta, este tanto, monte, estas coisas. : D . então não vai nada do hoje, vão só algumas coisas que eu achei por aqui, que eu escrevi faz tempo. a maioria trechos de histórias que eu fiquei inventando quando não tinha o que fazer.

folhas
"gostava de andar por entre aquelas árvores, caminhando devagar, prestando atenção no movimento das folhas tocadas pelo vento. cada planta balançava para um lado como se, de olhos fechados, dançassem juntas a mesma música, cada uma à sua maneira. de repente, minha mente recuperava o raciocínio - levado junto com o vento em algum momento de distração - e me percebia no meio daquela farra, com suas dançarinas descoordenadas e desorientadas se movendo do único modo que era possível. "

depois do concerto

"que sinfonia fariam
minhas emoções em voz alta
um coro sem ritmo, sem melodia
acento grave, dor aguda
sussuro sonoro
de pequenas vontades"

diálogo
"- [eu te amo]
- Oi?
- Não falei nada.
- Achei que tivesse ouvido alguma coisa.
- Foi só o meu pensamento.
- Então tá.
- Tchau
- Tchau."


entrevista com teresa
"Fiquei ali parada na frente dela por horas. Pelo menos pareceram horas. Quando estou trabalhando desta maneira, não consigo perceber o tempo. Mas mesmo que ele passe, sempre termino achando que metade da minha vida ficou para trás.

Estava há dois dias procurando por Teresa. Mulher baixa, gorda, usava roupas folgadas que permitiam que seu corpo virasse uma matéria pastosa e preenchesse todos os espaços vazios. Eu não conseguia entender sua agilidade. Seu transitar por aquele mato fechado. Teresa era bicho, desses grandes, era assim que eu entendia. Não se enroscava, não perdia um minuto. Os olhos estavam constantemente úmidos e cansados. Olhavam fixamente sempre para um ponto além de mim. Numa de suas pausas, não aguentei e me virei rapidamente umas duas vezes. Tinha medo de que quando me virasse novamente para fitá-la, ela já não estivesse mais lá. Mas ela sempre estava. E quando tentava ver o que ela via, só enxergava o que dava para ser visto. E eu nunca era nada de mais."

10 November 2006

uma pequena pausa.
eu volto depois dos comerciais.

07 November 2006

e porque anteontem eu terminei de ler um livro do noam chomsky (doutrinas e visões), agora eu resolvi que preciso fazer alguma coisa pelo mundo. daí combinei com a laurinha da gente tentar reciclar o nosso lixo.

tá, talvez vocês me perguntem porque diabos é que depois de ler noam chomsky, a gente resolveu reciclar o lixo e não nos juntarmos a um exército anti-estadunidense. acho que é por causa do prefácio, que é muito bom, muito bom mesmo.

uma hora eu vejo se eu o copio aqui, mas fala que se os etês viessem nos olhar, eles não nos considerariam formas inteligentes de vida, afinal de contas, nós somos os únicos seres que estamos trazendo chaos (com h, o livro tava em ingrish) e destruição pro nosso proprio mundo.

u-hu. agora eu sou uma rebelde com causa! ufa, estava precisando de uma.

06 November 2006

confusão da uma da manhã

laura. por que eu tenho uma laura que é especial e que ficou linda hoje toda maquiadinha abrindo e fechando uma caixinha e me dando uma força e me aguentando de diretora de vinhetas histérica e insegura. por que eu não sei direito me comunicar com as pessoas e por que depois de um ponto eu sou mais dura que uma pedra e mais fechada que um cofre. e ela me respeita por tudo isso.

por que já é tarde e eu tive um dia cansado, mas um dia bom, cheio de coisas finais. e porque agora já faltam só dez dias pra eu fazer aniversário e eu posso inaugurar meu inferno astral com uma tpm monstro e dizer que eu estou sensível pra cacete e que, mesmo morrendo de sono, eu queria mais era ficar escrevendo, escrevendo, escrevendo, só pra dizer um monte de verdades pra um monte de pessoas e ver se eu tirava daqui de dentro este novelinho de sentimentos, que é um fio de sentimentos compridos que nunca vão parar de sair.

por isso eu desisto.
boa noite.
tchau.

um post importante

deixa eu contar uma coisa boba, mas uma coisa que eu achei bem especial:

não sei se vocês sabem direito, mas faço parte de uma (roubada-mor) monitoria de uma matéria que a firma dá com a usp, na eca. nós, os monitores, temos que ir assistir às palestras dos "grandes mestres" da firma e ser monitores de um grupo de alunos em um trabalho final. este trabalho final consiste em pegar uma matéria pronta e melhorá-la de acordo com o que foi aprendido no curso.

hoje foi a apresentação do meu grupo. era pra ser na semana que vem, mas por problemas de tempo/agenda, tivemos que apresentar hoje. a garota de editoração (o grupo eram duas meninas, uma jornalista e outra de editoração) passou mal e a jornalista, uma menina fofa, foi lá apresentar.

foi logo depois de uma apresentação controversa (uma das meninas sem-noção do grupo anterior só sabia meter o pau, e de um jeito que foi até engraçado). antes do nervoso, falei pra ela que ah, ia ser tudo bem, para ela ir na manha, dizer o que não tínhamos gostado na matéria principal e tal. e assim foi. até a parte em que ela mostrou o abre que fizemos juntas. "oooh!" - e as pessoas olhando pra mim, dizendo "mandou bem, hein renata" (como se fosse eu quem tivesse feito). e depois o resto da matéria. algumas ressalvas, mas ela se virou bem rebatendo as críticas. e a designer da revista ainda pediu as prints para mostrar pra chefe.

no final da "aula", a aluna chegou pra mim e disse: "obrigada, renata, aprendi muito. até instalei o indesign no meu computador e agora eu presto atenção nas coisas que você mencionou, alinhamento, detalhes, o jeito de mexer com as fotos... aprendi muito com você".

não foi nada de mais. mas é que eu quero ser professora e eu nunca me sinto muito segura em relação ao meu lado profissional. é, talvez com poucas coisas eu me sinta segura mesmo.

e daí eu fiquei feliz, sabe? com um orgulhinho dela ter me agradecido. de ter feito uma marquinha, mesmo que pequena, minúscula, um quase nada, uma mudanciquinha -inha -inha em alguém. me senti importante.

e é isso. e é por isso que mesmo chegando em casa às 10 pra uma da manhã, depois de comer caneloni com a mari e estar cansadona, que eu queria registrar um pedaço do que estou sentindo.

má educação

como pode a gente chorar tanto num filme sem nem entender porquê?

03 November 2006

tem horas que eu acho que não tem muito mais jeito não. que a gente tem que ir lá e seguir com o que tem, porque não tem mais o que fazer. eu às vezes me sinto angustiada com isso. isso da esperança dar uma fraquejada, sabe?

eu estava lendo um livro sobre (de) um colombiano que vai pra paris tentar a vida, no final dos anos 90. eu estava me sentindo tão próxima dele, entendendo a sua melancolia, uma parte da sua tristeza, do sentimento do vazio que aparece quando a gente vive um tipo de vida. só que daí no final ele... eu não vou contar o final. (eu estou me sentindo sozinha)

"Cheguei em Sofia num dia de primavera, meu amor
A cidade em que nasceste cheira a tília
Não poderia contar-te a acolhida dos teus
concidadãos
A cidade em que nasceste é para mim a casa
de um irmão
Mas nem mesmo a casa de um irmão poderia
fazer esquecer a própria casa
É um ofício muito duro o exílio,
muito duro"

de Nâzim Hikmet, citado no livro A síndrome de Ulisses, de Santiago Gamboa

coisa fofa

bonequinha

aproveitei o dia de feriado para ajudar a meri - minha irmã, mãe da maria clara - a montar o site das coisinhas que ela anda pintando.

são diversas caixinhas, enfeites de natal, bonequinhas, quadrinhos, etc etc a preços super acessíveis. são ótimas sugestões de presente de natal, aniversário, ano-novo etc etc. e mais: qualquer coisa que você estiver pensando ela faz também, por encomenda. e os preços não aumentam por isso.

qualidade da família garantida ; )

maria clara

vim ver minha sobrinha, que está andando e disse "tia rê" hoje enquanto comia milho verde na sala.


maria clara
Video sent by cuecasvermelhas


com a tia na piscina
de robe verdinho e de cabelinho moderno
sem parar quieta um minuto
:))

01 November 2006

there's a light...

Take me out tonight
Where theres music and theres people
And theyre young and alive
Driving in your car
I never never want to go home
Because I havent got one
Anymore

Take me out tonight
Because I want to see people and i
Want to see life
Driving in your car
Oh, please dont drop me home
Because its not my home, its their
Home, and Im welcome no more

And if a double-decker bus
Crashes into us
To die by your side
Is such a heavenly way to die
And if a ten-ton truck
Kills the both of us
To die by your side
Well, the pleasure - the privilege is mine

Take me out tonight
Take me anywhere, I dont care
I dont care, I dont care
And in the darkened underpass
I thought oh god, my chance has come at last
(but then a strange fear gripped me and i
Just couldnt ask)

Take me out tonight
Oh, take me anywhere, I dont care
I dont care, I dont care
Driving in your car
I never never want to go home
Because I havent got one, da ...
Oh, I havent got one

And if a double-decker bus
Crashes into us
To die by your side
Is such a heavenly way to die
And if a ten-ton truck
Kills the both of us
To die by your side
Well, the pleasure - the privilege is mine

Oh, there is a light and it never goes out

31 October 2006

curtas

1. eu hoje fui almoçar com a giu e um amigo nosso pra quem queremos pedir ajuda no trabalho, lá no consulado britânico. confesso que a quantidade de cerveja ingerida em plena terça/quinta feira me fez deixar o tempo passar mais rápido e um tanto mais malemolente.

2. ao mesmo tempo em que adoro poder fazer coisas além do básico 1, tem horas que eu fico com preguiça. muita responsabilidade, coordenação, organização. é isso: como pode eu, que não consigo pagar uma conta em dia, ser responsável por produzir uma coisa tão importante? poisé. aconteceu, virou xxx, coisa importante.

3. "quer sair comigo hoje?"
"aonde você vai?"
"é aniversário de uma amigona, vamos no inferno"
"inferno? é uma balada do povo do róque, né?"
"é"
"tô fora, ô renatinha, hoje eu quero mais é ir pro céu"

4. tomei gosto pela coisa: agora eu seco a franja com o secador todos os dias. tooodos os dias não, mas vários dias. tem dia que a gente não tem saco mesmo, ainda mais quando tá de ressaca e vai com aquele cabelão armado daquele jeito mesmo. eu já fui até de havaiana trabalhar. havaiana é moderninho, então pode. mas voltando ao secador: fiquei mais bonita e charmosa e gostosa e tudo o mais. sim, sei que é um excesso de autoconfiança gerado por um aparelho elétrico, mas é isso aí. a franja não cede ao redemoinho e, com os cuidados do leave-in, meu cabelo não me deixa mais parecendo a gal costa. "meu nome é gaaaal", nunca mais.

e só. pra gastar linhas falando de um secador, dá pra ver que minha vida anda meio sem graça.
pelo menos é o que parece.
: ]

(mentira, vão acontecer várias coisas loucas e boas e que vocês nem poderiam imaginar nestes próximos dias. é só que ainda não aconteceram. e eu não vou poder contar nem depois que acontecerem. só depois de muuuito tempo e de algo a mais concretizado. - ooooh gódi! - figas. cadê as estrelas cadentes pra gente poder fazer pedidos, hein, hein? acho que só odeio são paulo mesmo quando quero fazer pedido pras estrelas cadentes)

30 October 2006

wait.

They don't love you like I love you.

"this is yeah yeah yeahs' LOOOVE SOOONG!!!"
(gente, como grita a bichinha da karen o. ...)