14 September 2006

momento boletim-paga-pau


zeeeente!
neste momento a bruna está no telefone com a karen o, do yeah yeah yeahs!
(não que eu conheça muito, mas naquela brincadeira das seis pessoas, eu nunca estive tão perto de alguém que vem pro tim festival)

aaah!
ela acabou de falar: "oh yeah yeah yeah, i know!"
han han? deu pra entender a piadinha??

qui, qui, qui.

os fotógrafos que me perdoem, mas pra quem nunca teve uma credencial antes, até que eu comecei bem, hihihi.

13 September 2006

momento breve



gif animado quebrado em dois da casa do dedé ontem à noite. adoro estas fotos tiradas mais de uma vez. e, gente, este menino nem liga pros vizinhos... tsc tsc tsc.

12 September 2006

:'(

porque diabos todo mundo tem o direito de ficar irritado, quieto, calado, puto, chateado e eu não? devia começar a mandar o mundo tomar no cu mais frequentemente, que daí as pessoas paravam de se assustar.

que merda.
e ter que ouvir absurdos do tipinho corporativo no final das contas ainda me deixa mais puta. menos com vontade. e zero energia. pra qualquer outra coisa no mundo.

errata

about gringous

nessas de amigo do amigo do amigo do amigo, ontem fui me encontrar com um irlandês chamado fergus e fomos passear na noite paulistana que estava agradabilíssimamente quente.

aconteceu o óbvio: ele se apaixonou pela cantora da música ao vivo do lugar onde fomos, se jogou no meio da pista e me contou que foi assistir a partida são paulo x corínthians no sábado passado.

e eu comprei passagens baratas para umas férias merecidas. vou viajar sozinha mais uma vez. mas deixa que eu conto quando estiver pra embarcar. aaaaaah, que delícia turistar de novo.

11 September 2006

indicações

roube emprestado alguns ipods e baixe as músicas no seu computador (dá pra fazer isso, com a ajuda de alguns programas, como o senuti, ipodripper, etc). vá ouvindo as coisas mais estranhas, das quais você nunca ouviu falar. vão ter várias porcarias, obviamente, ainda mais num ipod de 60 Gb (prá quê, Gódi?). mas vão ter várias coisas boas e novas e legais para ficar ouvindo como:

1. fried neckbones and some home fries - willie bobo
eu achava que ele era um dj da década de 90. mas não. e eu bem que gostaria que minha vida fosse um videoclipe desse som. aaai mtv que me fez mais estragos que a xuxa...

2. in a single place - tarwater
tentei porque tentei achar a letra desta música, que é linda e linda e linda. mas acho que é uma dupla de dois (sic) alemães e não deve ter muita gente que sabe que eles existem. (só vocês, leitores deste blog modeeeerno e vanguardista, hahahahahahaha. e antes que venham as piadas, eu tô ligada que eles vieram pro brasil já. google has got the power).

3. the wrong way - tv on the radio
sim, são eles. vêm tocar aqui no tim, eu acho. acho que o dono do ipod queria se atualizar. e fez bem. se eu fosse lá, eu juro que ia querer ficar bem perto do palco pra ficar dançando.

contra-indicações

fui ontem assitir vôo 93, united 93 ou qual é que seja o nome. outro dia eu fui ver estamira também.

gostei dos dois (estamira meio longo, united 93 meio sofrimento gratuito), mas eu sempre fico meio aflita com filmes sobre história reais. acho um pouco oportunismo fazer fama e dinheiro à custa da tragédia alheia. estamira continuará louca e não, a gente já começa o filme sabendo que eles não vão se salvar.

sei, sei. é preciso retratar, mostrar e é este o mundo. é meio pessoal. eu tenho medo da morte e da loucura e tem alguma coisa bem dentro de mim que adora fechar os olhos e rejeitar o sofrimento.

10 September 2006

mais um!

me surpreendo a cada casamento que vou. em como eles podem ser cada vez mais emocionantes e bonitos e supreeendentes.

ontem foi a vez da fê e do giu, numa festa cheia de surpresas especiais e grandes momentos. e se o maurício grilli (nosso juiz de paz/padre/padrinho) deixou água nos olhos, o giu, com algumas poucas palavras finais conseguiu fazer todo mundo chorar.

e, sim, o giu pediu a fê em namoro há 9 anos, num shopping center.

08 September 2006

zum zum zum

as abelhas fazem
zum zum zum.
zum zum zum.
zum zum zum.

e logo voltam a trabalhar.

qui qui qui

comprei este brinquedo de martelar pra maria clara e, 5 minutos depois, me arrependi. gente, eu vou ficar de babá hoje à noite e estarei sozinha e indefesa com a mocinha. imaginem se ela resolve martelar minha cabeça?

história do amor e do Destino

Era para ter sido uma grande história de amor. Uma destas cheias de entrecaminhos, detalhes, pequenas lembranças, momentos dignos de se tornarem exemplos, e, o que é o mais importante, era para ter sido uma história de amor destas compridas, estas que geram outras e outras e outras e que são escritas um dia por alguém interessado em publicar em algum lugar um conto sobre o amor. Mas o Destino estava desatento naquele dia, de saco cheio do trabalho, puto por ter que trabalhar no sábado. Além disso, estava de ressaca.

Ela acordou tarde, ele também. Não fazia um dia muito ensolarado mas o tédio de um fim de semana dentro de casa fez com que as cobertas fossem lançadas ao alto, a tv desligada na primeira oportunidade, o armário revirado e aquela calça usada pela primeira vez. O encontro estava marcado num parque e ele, usando justo aquela camiseta vermelha de que mais gostava, já havia chegado quando ela pensou em sair.

Não haveria muitos motivos para brigas, não seria uma história conturbada. Ele teria se envolvido com alguma outra pessoa durante um momento mas ela nunca saberia. A tempo ele perceberia que o problema era outro e tudo começaria a ser, de um certo modo, diferente. Ela, devagar, aprenderia a entender seu egoísmo e a aceitar sua maldade. Ele, a amá-la cada vez mais. E eles viveriam uma uma grande história de amor. Uma destas cheias de entrecaminhos, detalhes, pequenas lembranças, momentos dignos de se tornarem exemplos, e uma história de amor comprida, destas que geram outras e outras e outras e que são escritas um dia por alguém interessado em publicar em algum lugar. Mas o Destino estava cansado, triste e segundo seu próprio julgamento, tinha outras coisas mais importantes para resolver. Estes não eram bons dias e, por tudo na vida, queria apenas alguns minutos para si mesmo.

Então ela caminhou curiosa em direção ao parque. Estava particularmente bonita naquela tarde. Aquele dia possuía um cheiro especial e o ar, uma expessura particular. Quase ia mergulhando em cada passo, brigando com cada rajada de vento para poder andar um pouco mais. Seus brincos faziam um barulho no qual até era possível conseguir achar algum ritmo se prestássemos atenção e seus olhos negros conseguiam abrir uma pequena fresta para um pedacinho de sua alma. Seus cabelos também negros, lisos, finos e leves, balançavam com a mais sem-graça brisa que também respirava viva naquele dia. Estava pensativa, tentando organizar sentimentos como se fosse possível organizar sentimentos; mas não tinha expectativas. Estava apenas curiosa pois o dia possuía um cheiro especial e ela era uma destas pessoas com sensibilidade suficiente para sentir a fragrância fresca e a textura quase pastosa de um dia como aquele.

Ele estava quase cochilando debaixo da árvore quando ela, depois de uma breve caminhada, chegou ao portão de entrada. Tinha um livro ao lado, uma garrafa d’água e trinta mil sonhos. Não estava completamente certo do que queria – e sempre queria tanto, e com tanta paixão que acabava se confundindo. Mas estava aprendendo a decidir e sabia que, uma vez tendo alcançado este conhecimento, estaria um pouco mais próximo da sabedoria e muito mais distante da angústia. Pois entenderia que a escolha é a irmã da dúvida e alguém que possui trinta mil sonhos sempre se perguntará se não teria sido melhor investir seu tempo e espírito no sonho trinta mil e um. E que não adianta pensar em certo ou errado, apenas em decisões, uma vez que nossa vida se transforma a cada atitude que tomamos.

O Destino não estava se importando com histórias de amor. Nem as compridas. Nem as cheias de detalhes. Nem as que eram para ser longas e importantes. Misturadas a sua rebordosa alcoólica, vinham as lembranças de seus fracassos e o arrependimento por suas imprudências. Se culpava por ser tão forte e, o pior, tão poderoso. E, em um daqueles rompantes de revolta silenciosos contra o mundo, havia decidido não dar importância às coisas importantes.

Porque ela andava lentamente, como se não houvesse pressa. Trinta mil sonhos eram considerados, nenhuma escolha era feita, nem mesmo se deveria ir para lá ou para cá. Apenas respirava tranquilamente e olhava para dentro de si. E ele, porque sonhava mesmo, o livro aberto em uma página qualquer, uma que falava de duas irmãs e a água em pé ao seu lado fazia o seu papel, olhando para ver se alguém chegava.

Ele a teria visto passar e perceberia que seus sonhos tinham, em outra pessoa, complementares. Teria respirado toda a expessura do dia e seguido com os olhos os cabelos pretos, ouvido o barulho dos brincos a alguns metros de distância. Ela ficaria um pouco constrangida por ter seus sonhos desvendados assim com tanta facilidade, a tanta distância. Mas se encantaria com a leveza da certeza e a beleza da coerência. E, em algum dia mais tarde, se decepcionaria com o fato de que eram todas ilusões perfeitas de um momento único para, logo em seguida, se lembrar de que perfeição não deveria existir no dicionário. Assim, superariam juntos mais uma crise.

Mas como o Destino deveria ter ido dormir mais cedo no dia anterior! Se tivesse ido dormir mais cedo, teria sonhado, teria se importado com histórias de amor compridas e com detalhes notáveis.

Ela parou para comprar um sorvete e saiu andando. Ele acordou, olhou no relógio e resolveu se levantar. Tinha perdido um pouco a noção do tempo e precisava ir embora. Ela pensava como gostava de morangos e, como sempre escolhia as mesmas coisas. Ele se apressava pois não gostava de tomar chuva e o tempo tinha fechado um pouco. Além disso estava com um livro na mochila e odiava que algum estrago pudesse acontecer a eles. Fez o mesmo caminho de volta mais aquele dia e se surpreendeu por nunca ter notado antes a sua cor. Ela estava sentada num banco quando caíram as primeiras gotas. Amaldiçoou o tempo e a si própria por não ter percebido a chuva. Mas não se apressou: como ia acabar se molhando de qualquer maneira, pelo menos não sairia correndo. Foi andando devagar embaixo da chuva cada vez mais forte, chegou em casa ensopada e tomou um banho quente. Deitou e dormiu lendo um seu livro sobre a vida de uma mulher. Ele, por sua vez, não se molhou. Conseguiu alcançar seu carro antes das primeiras gotas.

O Destino não conseguiu dormir aquela noite. Por mais que se esforçasse, era correto demais para não se sentir culpado pelo lapso de descomprometimento. Prometeu-se um milhão de novas atitudes, até mesmo uma dieta a começar na próxima semana. Na verdade, havia prometido a si mesmo, sem saber, se importar com histórias de amor.






(também do ano passado; logo mais faz um ano que eu escrevi - 21.09. mas de publicáveis acabaram. apesar de melancólica pra burro em 2005 (isso significa mais produção do gênero acima), e de querer porque querer escrever um livro, o continho do senhor de 70 anos e o dos objetos sempre no mesmo lugar não foram terminados e, no fundo, eu acho que eles estão ruins demais. e eu não estou mais triste, então estou no processo de aprender a escrever por felicidade. é infinitamente mais difícil sair alguma coisa que preste. mas, confesso, prefiro assim, hihihi)

constatações antigas que eu deveria levar mais a sério

1. shopping é uma coisa muuuito chata, mesmo quando eu vou pra ganhar presente(s)

2. beber uísque na balada me deixa too much assanhadinha

3. rebouças: não, nunca, jamais!!!

06 September 2006

i hate to say i told you so

ok, ok, não preciso dizer mais nada, né?
sexyback que eu indiquei que a bruna me indicou é a primeira do itunes já faz tempo. e o clipe é super acessado no youtube.

ai ai ai.

04 September 2006

algumas coisas

tive uma noite frustrada na sexta (mas divertida, no fim das contas) e um dia leve no sábado. dormi pouco (quase nada) na sexta mas, em compensação - mesmo -, domingo acordei ao meio dia com aquela preguiça característica de manhãs que viram tardes porque a gente dormiu demais.

sábado eu tomei café no buffet, depois fui fazer compras, assisti tv e almocei às três da tarde em um restaurante novo e simpático. à noite eu fui dormir quase uma da manhã de ficar assistindo dvd em casa, ô coisa boa.

ontem eu fui pro sítio, tomei sol, falei mal dos professores da eca (!!!) e voltei quando o sol se foi (mais um pôr do sol lindo da fazenda da fê). trabalhei um pouco mais e dormi tarde. escrevi emails longos. sonhei com coisas boas.

falei ontem com minha avó, que opera amanhã. estou triste, mas vai ficar tudo bem. se ela gostasse das minhas músicas, eu poderia cantar uma que fala de coisas boas quando a gente acredita nelas. mas eu não quero falar muito sobre isso. registrado está, e eu volto pra contar que coisas boas aconteceram porque a gente acreditou nelas.

eu hoje comi com a mi e com a bruna e a gente ficou justamente falando sobre o fim de semana. almocei bife acebolado com arroz, feijão e salada e comi um chocolate com amêndoas enquanto tomava um cafezinho. minha mãe já está aqui e meu pai chega com a meri e a maria clara no fim de semana. eu não gosto de ficar falando o que vai acontecer, mas acho que estou meio ansiosa demais desde que acordei hoje de manhã.

03 September 2006

loooove, loooove, looove

sol e biquini

clique para ver as dobrinhas.

brigadeiro de colher
fernanda
5x1
mau
quatro pra esvaziar
eu
dudu
posições desconfortáveis
mais da bóia


(aguardem. estou vencendo a briga com o final cut. daí coloco os vídeos polêmicos)

02 September 2006

pessoas q eu vi na semana passada

clique para ver as rugas







01 September 2006

elegância

resolvi que quero ser elegante. é, um pouco só. não falar palavrão, não contar que... ok, ok, eu já comecei a tentar, então não vou divulgar pro mundo.

mas olha, é difícil. eu tento me espelhar na postura de uma amiga que eu acho super elegante, mas eu já vi que não consigo. ela coloca as mãos de um jeito que eu nunca ponho. ela olha de um jeito que eu não olho. fala com classe. tem postura. e não confundam com blasé. ela é tudo menos blasé.

ainda estou tentando. quem sabe um dia eu consigo.

sobre a insônia (ou o menos pior)

mudam os problemas, mudam também os horários da insônia.

eu não mais acordo diariamente às 3 e meia (ou cravados ou com uma margem de erro de, no máximo, 10 minutos) e demoro (lendo) até umas 4 e pouco pra dormir.

agora eu acordo diariamente entre 5 e 5 e meia da manhã (acho uma boa a falta de pontualidade da insônia), fico desperta por menos de meia hora e não leio. este é o horário em que os passarinhos também acordam e basta ficar ali na escuta pra driblar a falta de sono e voltar pros anjinhos.